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Fernanda Sanches, atriz e produtora.
Formada em Artes Cênicas pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, em 2000. Participou do Núcleo Experimental de Teatro do Sesi, coordenado por Isabel Setti, em 2005, e do Núcleo de Dramaturgia do Sesi - British Council, coordenado por Marici Salomão, em 2009, onde teve seu primeiro texto teatral 'Pouso' publicado no livro do núcleo e lançado agora, em 2012.
Como atriz, atuou em mais de 20 peças desde os 14 anos de idade, entre as quais destacam-se: “Os Olhos Verdes do Ciúme”, de Caio de Andrade, com direção de Marco Antonio Braz; “Música Para Ninar Dinossauros”, de Mário Bortolotto; “Chapetuba F.C.”, de Oduvaldo Vianna Filho e direção de José Renato, de quem também foi assistente direção, na reinauguração do Teatro de Arena Eugênio Kusnet; “O Que Eu Entendi do Que o Tom Zé Disse”, com direção de Isabel Setti e direção musical de Andréa Drigo, indicado ao prêmio Shell em Direção Musical e vencedor em Figurino para Cláudia Schapira; “Por detrás das Janelas Trancadas”, de Kleber di Lazare e direção musical de Thiago Freire no qual foi atriz vencedora do Prêmio Dressler de melhor atriz.
No cinema, foi protagonista no longa-metragem de ação “Paraguaio”, de Victor Dias e Mari Brecht, e atuou nos longas: “As Doze Estrelas”, de Luiz Alberto Pereira, “A Encarnação do Demônio”, de José Mojica Martins, “Blindness”, dirigido por Fernando Meirelles, e “Signature”, de Victor Steinberg, além de diversos curtas.
Como arte-educadora, ministrou oficinas em instituições e ONGs como SESC Florianópolis, ACISBEC, Projeto Favela Brejaru (SC), além de promover a difusão de jogos folclóricos e cantigas de roda em trabalhos sócio-educativos infantis.
Dentre os diversos artistas com quem estudou, destacam-se: Lú Favoretto, Roberto Áudio, Denise Stockos, Juliana Carneiro da Cunha, Cacá Carvalho, Augusto Boal, Yokiu Waguri (Japão), Umberto da Silva, Luís Mello e Alexandre Dressler
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